segunda-feira, 29 de junho de 2009

"Inclusão digital" é a palavra mais "sexy" no governo, diz Lula

celebridade, cotidiano

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a inclusão digital é a palavra "mais sexy" do governo atualmente. Ele afirmou que o governo está tomando medidas para fazer com que o país avance nessa área.

"O governo tem dez ministros que falam em inclusão digital. Inclusão digital é a palavra mais 'sexy' do governo, sabe? É a palavra mais 'sexy' --todo mundo fala", afirmou Lula, durante pronunciamento no 10º Fisl (Fórum Internacional do Software Livre).

"Então, eu precisava de um coordenador que falasse uma linguagem só para mim, e coloquei o companheiro César Alvarez, que é um gaúcho aqui do Rio Grande do Sul", disse o presidente, a respeito do assessor especial da Presidência da República para inclusão digital.

Entretanto, um dos principais programas do governo para essa área, chamado Um Computador por Aluno (UCA), ainda não decolou.

O projeto prevê a distribuição de 150 mil laptops para distribuição em escolas públicas, mas o processo de compra dos aparelhos se arrasta desde 2007 e o MEC já descartou entregá-los neste semestre.

Economia

Lula falou sobre as iniciativas adotadas para a área do software livre --o governo afirma ter economizado R$ 372 milhões com a adoção desse tipo de plataforma. Segundo Lula, houve uma "tensão imensa" entre os que defendiam a adoção do software livre e os contrários à ideia.

"Nós tínhamos que escolher: ou nós íamos para a cozinha preparar o prato que nós queríamos comer, com os temperos que nós queríamos colocar e dar um gosto brasileiro na comida, ou nós iríamos comer aquilo que a Microsoft queria vender para a gente. Prevaleceu, simplesmente, a ideia da liberdade", afirmou o presidente, no discurso.

Ele também ressaltou as mudanças sociais geradas pela informatização da sociedade, mas afirmou ser "analfabeto nesta questão da internet". "Meus filhos são todos doutores perto de mim", afirmou o presidente. "É a primeira vez que os netos são mais sabidos do que os avós."

Fonte: Folha Online Informática

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Morro: antivírus gratuito da Microsoft

Morro: antivírus gratuito da Microsoft.

A Microsoft lançou seu antivírus gratuito com proteção contra malware, vírus, rootkits, troianos e spyware. Está disponível em versão beta para os utilizadores. Vale o lembrete de que por se tratar de uma versão Beta, ou seja, versão para testes. Erros podem acontecer na sua utilização.

A Microsoft entrou no mercado dos antivírus por considerar que o McAfee e o Symantec não estavam tendo grande acolhimento entre os utilizadores, contribuindo para a elevada taxa de computadores infectados, prejudicando a experiência de utilização da Internet e a imagem da Microsoft.

Recorde-se que a McAfee e a Symantec são parceiras tradicionais da Microsoft nesta área e integram muitas vezes as suas soluções com o sistema da fabricante. Quando o utilizador compra o PC tem direito a um mês de proteção gratuita, que poderá estender pagando.

Morro é um "antivírus simples", que utiliza o mesmo mecanismo do OneCare e que, sendo gratuito, deverá ter grande aceitação. O pacote é bem básico se comparado aos demais programas da categoria; e bem menor em tamanho, segundo consta nos links de download nos quais o arquivo que vazou foi hospedado.

Isto não é necessariamente ruim, pelo contrário, pode implicar que ele será um dos mais leves e diretos de todos, cuidando apenas de sua função ao invés de se intrometer em tudo.

Lembramos a vocês que estas especificações são todas ainda preliminares, já que não se trata nem de um produto final e muito menos de uma versão oficial da Microsoft. Por ora, segurem as pontas, mantenham seus antivírus tradicionais e aguardem até que seja realizado o lançamento oficial, certificado pela empresa.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Saramago disse que blogs fazem escrever pior? Duvido!

Saramago

Este é um claro exemplo de edição direcionada e citação descontextualizada. Quem redigiu e editou a matéria não passa de um mero jornalista diplomado. Se a maior parte das pessoas antes não escrevia - deixando a tarefa para escritores e jornalistas diplomados -, não há fator justo de comparação para dizer se está pior ou melhor. Qualquer coisa que vier a partir daí é lucro.

Não acho que Saramago, que vai lançar um livro com textos publicados em se seu blog, diria algo sem sentido assim. A citação deve estar em um contexto maior prejudicado pela edição da entrevista.

Por outro lado, é óbvio que, quanto mais pessoas escreverem - não importa em que meio -, mais diversidade de expressão haverá. Haverá muitas coisas ruins.

Mas a possibilidade de haver coisas interessantes e de qualidade também é maior.
Tudo o que se exercita individualmente - por exemplo, a escrita - desenvolve-se. Coletivamente, esse benefício se multiplica.

E você? O que acha?

Fonte: Livros e Afins

domingo, 21 de junho de 2009

Orkut Promote: a plataforma de compartilhamento do Orkut

Orkut Promote.

Segundo informações da Central Ajuda do Orkut, o Google irá oferecer em breve uma nova funcionalidade chamada "orkut Promote", um novo modo de compartilhar vídeos do YouTube, fotos e texto entre seus usuários. "Você poderá facilmente divulgar um vídeo engraçado, uma imagem legal ou um evento futuro" explicou a empresa.

Similar ao "repost" do Yahoo! Meme, os usuários do orkut também poderão compartilhar um conteúdo existente com seus amigos e estes poderão também repassar para outras pessoas. Uma vez que um conteúdo seja repostado, será possível contabilizar quantas pessoas visualizaram o conteúdo e quantas delas compartilharam com seus amigos ou "jogaram fora".

Com espaços pré-programados para publicidade, o orkut Promote oferecerá uma interessante oportunidade para os anunciantes, mas diferentes dos anúncios padrões do Google, os anúncios do orkut Promote poderão ser removidos ou promovidos pelos usuários, da mesma forma que os conteúdos postados.

"Uma vez que um conteúdo possa se tornar viral, não promova algo que não seja confortável para a visualização de todos. Mantenha em mente, se decidir não querer mais que um conteúdo seja repassado por algum motivo, você pode parar ou apagar o seu conteúdo dentro da guia 'promote'".

Fonte: Google Discovery

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Microsoft implora e dá dinheiro para quem baixar Internet Explorer

Microsoft implora e dá dinheiro para quem baixar Internet Explorer

Nos últimos meses, a Microsoft deu sinais de que está realmente ameaçada pelos tais softwares online. Baixou o preço do Office, liberou a licença para netbooks, distribuiu o novo Windows 7 de graça por mais de um ano e, agora, mais uma cartada que beira o desespero: na Austrália, está oferecendo prêmios para quem baixar o navegador Internet Explorer 8 - IE8 (que também é gratuito, claro).

Uma reportagem recente do Link mostrou que a curva de popularidade do IE vem decaindo desde a chegada ao mercado do software livre Firefox, da Mozilla Foundation, perdeu mais ainda com o Google Chrome e a variedade de tipos de acesso à internet (como pelo iPhone, por exemplo). Hoje o índice está em 65,5%, contra 80% há dois anos, segundo a NetApplications. Veja o gráfico com números de março:



Daí a ideia de criar um concurso de US$ 10 mil para premiar o internauta que baixar a versão 8 (que, por sinal, é a melhor desde a 5 - o Link testou quando do lançamento). O concurso só vale para australianos. Na página do prêmio, todo o regulamento e o letreiro gigante "Ten Grand is Buried Here" (algo como Os Dez Mil Estão Escondidos Aqui, em português).

Bom, eu particularmente prefiro a estratégia da Mozilla. Lembram do Download Day, no ano passado, para promover o Firefox 3? Bateu nos 8,3 milhões de downloads.

Fonte: Blog do Link

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Chrome? Tô fora! Uso o Firefox!


Chrome? Tô fora! Uso o Firefox!

Apesar de todo barulho feito em torno do navegador desenvolvido pela Google, confesso que fiquei meio surpreso com os bugs do Chrome, que não são poucos. Logo no início, a ausência de menus não me agradou, os dois principais navegadores da web possuem esse espaço ocupado com diversos botões e opções, os quais estou habituado.

Há muita informação rolando por aí sobre o Chrome, e não é pra menos. Com a tradição de excelentes ferramentas para web, o Google consegue mexer com todo o mercado com novidades assim. Ainda mais se levarmos em consideração que a empresa sempre apoiou o Firefox.

Na verdade, o modelo open source do Chrome depende de módulos específicos para funcionar, que são os mesmos do Firefox e do Safari. Portanto, não há, visivelmente, uma concorrência com o Mozilla, muito pelo contrário: dias antes do lançamento do Google Chrome beta, a Google: renovou seu contrato de cooperação e apoio ao Firefox, que estava para vencer.

O tal modelo do Chrome, não é novidade. A lógica inerente é a mesma do software livre, do Linux: "todos por todos e todos por todos". Trata-se do uso inteligente de conceitos open source que podem, a um certo prazo, trazer boas cifras. Assim, fica eliminada a idéia de que "agora o Firefox quebra!", que anda correndo solta pelos recantos da internet. Dizer isso é desconhecer totalmente o modelo atual de cooperação da internet, que o próprio Google ajudou a propagar.

O Chrome é não tão mais rápido assim, conteúdos e scripts não funcionam redondos. O Chrome inova na maneira como lida com as abas. Nele, cada aba é um processo novo, o que significa que, quando uma página apresenta algum bug, o browser continua firme e forte com as outras abas abertas, sem nenhuma alteração ou problema.

A interface limpa, simples e clean é um grande atrativo. Menos é mais, essa é a mensagem inerente de todas as aplicações Google e eles estão corretos. Boas páginas web devem promover experiências ricas e construtivas de navegação dentro de seu próprio espaço, sem contar com botões ou recursos de browsers. Páginas construídas dentro dessa lógica serão apreciadas sem nenhum problema dentro do Chrome.

Diversos bugs ocorreram, com sites distintos, sem nenhuma característica comum entre eles que possa localizar um problema de carregamento específico. Notem que os bugs aos quais me refiro são os de carregamento de páginas somente. Sem dúvidas, esse tipo de aresta precisa ser aparada nas próximas versões;

Ao contrário do Firefox não existe a possibilidade de inserir add-ons ou aplicações de terceiros no Chrome. Com certeza, pra quem já se habituou às práticas funcionalidades extras do Firefox (eu, por exemplo), haverá certo estranhamento inicial na navegação.

Vivemos num mercado de tendências, de últimas novidades e de alterações constantes. Quem assume posturas conservadoras acaba por se arrepender, por não ter acompanhado as novidades. Sim, eu gostei bastante do Chrome, em poucos sentidos ele é melhor que o Firefox. Porém, não ousaria adotá-lo como meu browser preferido e oficial no lugar do Firefox.

Há coisas (como sabedoria, por exemplo) que só são conquistadas com o tempo e a experiência. O Chrome ainda precisa (isso é óbvio) trilhar um caminho longo para ser 100% estável e confiável, apesar de já estar em desenvolvimento por cerca de dois anos.

Cada nova atualização da versão será acompanhada de perto por toda a comunidade, ávida por novidades e melhorias contínuas. É muito bom ter uma nova opção, que eleva o conceito de navegação rápida a um novo patamar. Assim, a vantagem competitiva será implementada pela concorrência, todos ganham com isso.

Esperemos, pois. Há muita novidade em curso (como um sistema operacional 100% Google), é certo que a maneira como utilizamos a internet e os computadores será melhor, mais rápida e prática a cada dia.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Google desenvolve algoritmo vidente

Preocupado com o aumento de pedidos de demissão entre as paredes de seus escritórios, o Google, afirma ter desenvolvido um meio de prever quais de seus colaboradores estão a ponto de abandonar o barco. A solução é um algoritmo "vidente", que identificaria os empregados com maior inclinação a deixarem seus cargos. As informações são do The Wall Street Journal.

De acordo com a publicação, a empresa começou recentemente a compilar dados dos relatórios de desempenho preenchidos por seus funcionários, juntamente com históricos de promoções e remuneração. A junção de tais dados teria dado origem a uma fórmula matemática que, afirmam, seria capaz de prever quais dos vinte mil empregados estão mais propensos a pedir as contas.

A preocupação que levou o Google a criar tal ferramenta seria a de que, com o êxodo crescente dos talentos que ela mesma criou, sua competitividade no mercado ficasse reduzida ou até mesmo gravemente afetada. A inquietação da companhia é justificada, comenta Valerie Frederickson, especialista em recursos humanos no Vale do Silício. Segundo ela a empresa precisa desenvolver meios para manter seus funcionários motivados.

Sentir-se subutilizado, aliás, é uma das grandes queixas ouvidas nas baias dos escritórios do Google. Antes uma oportunidade grande de "mostrar trabalho" e ser reconhecido por isso, trabalhar na empresa hoje em dia representa, para alguns profissionais, menores chances de se destacar com aquilo que fazem, à medida que as fronteiras vão se estendendo e a companhia se tornando maior, conta a Discover Magazine.

Com menores oportunidades, alguns funcionários não veriam mais motivos para continuar trabalhando ali. Já sobre o algoritmo em si, pouco foi revelado, como informa o "Inside Tech". Apesar de não se saber ao certo o que o programa é capaz de fazer, os sites especializados da área já congratulam a empresa pela iniciativa em tentar prever a desmotivação de seus funcionários.

Embora possa parecer invasivo, o método ajudaria a diminuir o descontentamento e a melhorar a relação empresa-funcionário. Edward Lawler, do Centro para Organizações Eficazes da Universidade da Carolina do Sul diz que "Eles (o Google) estão claramente à frente das tendências", mas que a empresa não é a primeira, e sim uma entre várias que estão recorrendo a novos modelos capazes de fornecer informações valiosas sobre seus recursos humanos.

Já Laszlo Bock, chefe responsável pelo setor dentro da empresa afirma que o Google é "capaz de saber que o funcionário vai sair antes mesmo dele pensar em fazer isso". Para Bock, prever a ocorrência dos problemas antes que eles se manifestem pode permitir a tomada de ações corretivas em tempo hábil dentro da empresa.

Fonte: Allgoritmos.com

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Blog com fotos constrangedoras de famílias faz sucesso na internet

Famílias esquisitas.Um blog que traz fotos constrangedoras de álbuns familiares virou uma sensação na internet. Com apenas uma semana de vida, o Blog Awkward Family Photos, ou Fotos Esquisitas de Família, em tradução livre, está recebendo mais de 2 milhões de visitas por dia.

Os autores também já foram procurados por três editoras - Penguin, Harper Collins e Random House - interessadas em publicar um livro com as fotos.

O blog foi criado por dois americanos, Mike Bender e Doug Chernak, que cresceram juntos em Nova Jérsei e hoje trabalham como escritores em Los Angeles.

"Nós estávamos almoçando juntos há cerca de um mês, como sempre fazemos, contando histórias sobre nossas famílias, que normalmente envolvem alguma situação esquisita", disse à BBC Brasil Mike Bender.

"A gente se deu conta de que há algo de universal sobre a esquisitice de famílias e achamos que seria bacana fazer um blog. E qual a melhor maneira de mostrar isso do que as fotos de família, algo com que todo mundo pode se identificar?"

Os dois voltaram para a casa e começaram a procurar fotos antigas. "Doug encontrou a da família na árvore. Foi isso. Era lindamente esquisita...", disse Bender.

A dupla encontrou mais fotos na internet e pediu a amigos que doassem fotos para o projeto. "Eu mesmo inclui uma da minha família", disse Bender, "mas não vou dizer qual é!".

Quando tinham fotos suficientes, os dois lançaram o site. Um amigo que trabalha em uma estação de rádio anunciou o blog e outras estações foram atrás.

"Nosso medo era que não recebessemos contribuições suficientes", disse Bender, "mas as pessoas têm enviado fotos que nem malucos".

"Acho que há algo de catártico para as pessoas em dividir a esquisitice de suas famílias e era isso que esperávamos que o site se tornasse, uma celebração comunitária da esquisitice."



Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 2 de junho de 2009

Google Wave pode ser a mais nova revolução na web.

O Google Wave será um serviço fundamentalmente social e colaborativo. Mistura funcionalidades de blog, email, ferramentas wiki, de vídeo, fotos e mapas. O Wave será executado diretamente no navegador web. Permite criar chats coletivos e adicionar à conversa mapas, vídeos, fotos e links.

Para adicionar uma pessoa, basta tê-la como contato e arrastar sua imagem ao final da mensagem. De uma forma bem visual, permite que se veja quem adicionou quem a qual conteúdo. Permite ainda uma reprodução similar ao vídeo da conversação, para que se possa ver como se desenvolver as colaborações.

O aspecto visual é dos maiores destaques do novo serviço: dá ao texto um formato enriquecido, cada usuário se distingue dos demais com facilidade de acordo com o tipo de letra escolhido.

Será um serviço gratuito. Cada conversação pode ser salva e guardada online, mas não baixada para o computador do usuário ou exportada em formatos diversos. Essa limitação é do momento, mas pode ser superada.

Wave permitirá que vários usuários participem de maneira simultânea, podendo usar diferentes navegadores: Mozilla, Chrome, Firefox e Opera. Não foi confirmado que o serviço funcionará no Internet Explorer, que ainda domina o mercado de browsers.

A proposta do Google Wave é tornar a comunicação on-line ainda mais ágil, mesclando funcionalidades de redes sociais, com compartilhamento instantâneo de arquivos, fotos e mensagens instantâneas, tudo no ambiente da caixa de entrada de e-mail.

Como isso vai funcionar? Bem, explicando previamente de uma forma um tanto quanto simplificada, imagine que um e-mail ou um “tweet/scrap” não será mais simplesmente encaminhado para seus contatos que o respondem de forma individual. Com o Wave, uma mensagem poderá ser transformada em um verdadeiro chat em tempo real com diversos usuários conectados, com a diferença de uma nova interface que deverá facilitar a comunicação e a troca de arquivos.

Os participantes de uma Wave podem adicionar outros participantes, e há opções para adicionar vídeos, fotos e mapas, além de “rebobinar” a conversa para acompanhar o que rolou desde antes de você ter sido convidado. O Google Wave será a mais nova revolução na web? Teremos que comprovar na prática, mas a novidade promete chamar a atenção.

O repórter Lucas Pretti, do Link, fala sobre o revolucionário Google Wave, novidade que mistura o Gmail, o Google Talk e o Google Docs. Veja no vídeo abaixo:

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