quinta-feira, 30 de junho de 2011

O que conta na hora de comprar um PC?

Muitos gigahertz e gigabytes chamam a atenção, mas nem sempre são a coisa mais importante em um desktop ou notebook. Antes de passar o cartão, aprenda quais características realmente importam.

Em todos os tipos de produtos há características que são enfatizadas pelos fabricantes e vendedores, mas que na verdade não tem muita importância para a maioria das pessoas. Muitas delas são importantes só em um contexto mas não em outros, e algumas características realmente importantes às vezes não recebem atenção. Computadores, sejam desktops ou notebooks, não são diferentes. Antes de gastar seu rico dinheirinho em um novo modelo com um processador de “trocentos gigahertz”, leve em conta as informações nesta postagem.

Abaixo as características que você pode ignorar, quais são importantes em determinadas situações, e quais você deve procurar em sua próxima máquina.

O que não importa

Pequenas diferenças no clock (“velocidade”) do processador: um processador de 2.6 GHz com certeza será mais rápido que um modelo de 1.2 GHz, mas você não deve pagar a mais por diferenças pequenas. Na prática, você não conseguirá notar a diferença entre um processador Core i5 de 2.3 GHz e um de 2.5 GHz, portanto não se preocupe com isso.

Velocidade da RAM: Essa informação às vezes aparece nas fichas técnicas de alguns fabricantes, mas não é comum. Assim como nos processadores, mais rápido é melhor, mas no dia-a-dia a diferença entre pentes de memória que operam a 1066 ou 1333 MHz é praticamente nenhuma.

Velocidade de gravação de discos DVD ou Blu-Ray: mesmo que você seja um dos poucos que ainda lida frequentemente com mídia física, terá dificuldade em encontrar uma unidade óptica que tenha uma vantagem considerável na velocidade de gravação. Se você vai gravar um disco, terá de esperar um pouco, não importa se o gravador funciona 6x ou 10x. E todos eles tocam filmes do mesmo jeito.

O que às vezes importa

Placas 3D (GPUs) com toneladas de memória: tudo o que você quer é assistir a alguns filmes em Blu-ray e vídeos em HD no YouTube? Então não faz sentido investir em uma GPU, mesmo um modelo mediano, com 1 ou 2 GB de RAM. A placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente é mais do que suficiente para a tarefa, especialmente se ele foi fabricado nos últimos dois anos, ou se é um novo computador com processadores Intel Core de segunda geração (família Sandy Bridge) ou AMD Fusion.

Jogos são a exceção. Nesses casos a placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente não dará conta do recado, e uma GPU mais sofisticada com 1 GB de RAM irá ter desempenho melhor que um modelo de 512 MB ou 256 MB. Modelos com 2 GB são praticamente uma categoria à parte, exclusividade de entusiastas que exigem o máximo em desempenho nos jogos e não se acanham em gastar quase R$ 1.000 pra isso.

Quantidades enormes de memória de vídeo só são realmente úteis em gráficos de qualidade muito alta em telas de resolução muito alta. Um processador de vídeo mais rápido com menos RAM irá sempre ter melhor desempenho que um processador inferior com muita RAM.

Processadores quad-core: no mundo dos notebooks um processador dual-core (com dois núcleos) provavelmente terá desempenho melhor que um quad-core (com quatro núcleos) para a maioria dos aplicativos do dia-a-dia utilizados pela maioria dos usuários. Um processador dual-core geralmente opera a uma frequência (clock) mais alta, e a maioria dos aplicativos de uso geral (como editores de texto e navegadores) não faz bom uso de um processador com quatro núcleos.

Mas se você faz muita edição de vídeo, computação científica ou cálculos de engenharia, então um processador quad-core é o ideal. Se você quiser comprar uma máquina “pronta para o futuro”, tenha em mente que os aplicativos “multithreaded” (capazes de executar várias tarefas em paralelo, tirando proveito dos múltiplos núcleos de um processador moderno) estão se tornando comuns, e seu PC conseguirá fazer mais coisas ao mesmo tempo se tiver mais poder de processamento.

Brilho da tela de um notebook: uma tela brilhante demais em um notebook irá esgotar a bateria rapidamente. Uma tela de 300 nits (a medida de brilho de uma tela) é tão brilhante que chega a incomodar os olhos, e a maioria dos usuários, de qualquer forma, diminui o brilho de suas telas.

O brilho é realmente importante para as pessoas que usam seus notebooks ao ar livre. Nesse caso, quanto mais brilhante a tela, melhor.

O que realmente importa

Quantidade de RAM: quanto mais melhor, sempre. Um netbook com 2 GB de RAM será muito mais “esperto” que um modelo com 1 GB. Se você quer o melhor em desempenho e pretende trabalhar com muitos programas abertos ao mesmo tempo (ou dezenas de abas simultâneamente no navegador), não aceite menos que 4 GB, e máquinas com 6 ou 8 GB não são uma má idéia se você pagar o preço.

Um HD espaçoso e rápido: a “velocidade” de um HD é medida em rotações por minuto (RPM). Quanto mais rápido o disco onde os dados estão armazenados gira, mais rápido o computador pode chegar até eles e maior a velocidade de transferência. Um PC equipado com um HD de 7.200 rpm será notavelmente mais rápido que uma máquina similar com um disco de 5.400 rpm na hora de carregar o sistema operacional, abrir aplicativos e copiar arquivos.

Quanto ao espaço em disco, qual o sentido de ter um “super” PC se não cabe nada dentro dele? Espaço em disco está cada vez mais barato, e discos de 3 TB estão começando a aparecer nas lojas. Na prática, não aceite nada menor que 500 GB, e procure modelos com discos de 640 GB ou 1 TB se puder pagar a diferença (que não deve ser muito grande).

Discos de estado sólido (SSDs) ainda são raros por aqui e tem capacidade limitada, modelos de 128 GB ou 256 GB são os mais comuns, mas ainda assim caros. Entretanto eles podem causar uma diferença notável no desempenho da máquina, reduzindo drasticamente o tempo necessário para o boot e carga dos aplicativos.

Se você puder, invista nesta tecnologia. Mesmo um SSD menor, como um modelo de 64 GB, pode ser útil: coloque o sistema operacional nele, e deixe seu HD tradicional para os arquivos grandes como filmes, fotos e músicas.

Peso: mesmo pequenas diferenças no peso podem fazer um grande diferença quando você está carregando a máquina o dia todo por aí. A diferença de peso entre um máquina de 1,5 Kg e uma de 2,2 Kg pode não parecer tão grande, mas acredite: no final do dia ela será imensa.

Autonomia de bateria: quanto mais melhor, mas tenha cuidado. Fabricantes costumam relatar números de autonomia de bateria obtidos sob “condições ideais”, que você raramente irá encontrar no dia a dia (Wi-Fi desabilitado, brilho da tela em 25%, apenas um aplicativo rodando, etc). Para ter uma idéia da autonomia real, pegue o número informado pelo fabricante e reduza-o em 20%.

Ou seja, uma bateria com autonomia de “3 horas” vai durar na verdade menos de duas horas e meia. Não aceite nenhuma máquina com autonomia menor do que três horas, especialmente se viaja muito e precisa fazer uso constante dele. Não há nada pior do que ficar caçando uma tomada no aeroporto a cada 2 horas só para poder continuar trabalhando. Quer dizer, há sim: ficar sem bateria durante o vôo e não conseguir terminar uma apresentação ou relatório.

Fonte: PC World

Posso morrer com um choque enquanto mexo dentro do PC?

Os itens de hardware funcionam com tensões de 3,3 V (volts), 5 V e 12 V. Essas tensões são muito baixas, mas suficientes para que as peças funcionem devidamente. Alguns componentes requisitam mais energia, como é o caso das placas de vídeo. Entretanto, o truque nos computadores está no aumento da corrente elétrica e não da tensão. Isso quer dizer que uma placa de vídeo poderosa pode trabalhar com meros 12 V, mas ela talvez requisite até 40 A para que as peças eletrônicas tenham energia suficiente para funcionar apropriadamente.

Algumas placas de vídeo possuem dois ou três espaços para conectar mais cabos, entretanto, mesmo nessas placas são utilizados somente os 12 V, que não é uma tensão suficiente para romper a resistência da pele, a resistência pode variar muito, mas somente com cerca de 40 V é que o corpo tende a deixar a corrente elétrica passar. Detalhe: a resistência varia conforme a pessoa e, consequentemente, não há como afirmar a tensão exata que rompe a resistência do corpo.

Posso morrer com um choque enquanto mexo dentro do PC?

Até pode acontecer, em uma hipótese quase remota, que a fonte do computador esteja com algum problema de fiação interna e que a tensão de 110 V (em alguns casos 220 V) esteja passando para a “carcaça” da fonte. Num caso desses, é quase certo que um choque elétrico acontecerá e é muito possível que a vítima chegue ao óbito.
A fonte é o único componente do PC que pode dar um choque
A fonte é o único componente do PC que pode dar um choque

Isso porque estamos falando de uma tensão relativamente alta (considerando os baixos 12 V que circulam no interior do computador) e uma corrente que também pode ser alta – com uma tensão de 110 V, quaisquer 50 mA já causam uma parada respiratória, que será muito pior se for algo que extrapole 2 A (amperes) e certamente causará uma parada cardíaca.

No mais, mexer em componentes comuns não oferece riscos de choques, pois, mesmo com alta corrente, a tensão desses itens não é suficiente para “quebrar” a resistência da pele (a menos que a pessoa esteja molhada).

O importante que não sejam efetuados reparos enquanto o PC está ligado, porque, mesmo que você não leve choque, sempre existe a possibilidade de causar danos às peças (o que vai lhe gerar algum custo).

Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Vem aí o Google+, mais uma rede social do Google

Google+

Depois de tentar criar uma rede social com o Buzz e de comprar o Orkut, o Google resolveu apostar mais uma vez em uma rede social que recebe seu próprio nome, o Google+. Se você pensa que o Orkut está oficialmente abandonado, não, não no Brasil, onde ele é extremamente forte. Segundo comunicado do lançamento do site, ele vai estender os recursos do Google+ para quem usa o Orkut na medida em que eles vão aparecendo, o que pode significar que o Orkut vai se adaptando aos poucos para a nova rede social, que pode ser migrada em um tempo no futuro.

Infelizmente o Google adotou a mesma estratégia que fez com o Orkut no começo e com o Gmail, ou seja, apenas usuários convidados poderão entrar neste momento no Google+ e estas pessoas poderão convidar outras pessoas, e por ai vai.

Circle do Google+


Nesta rede social há três pilares centrais que vão definir a diferença entre esta e outras redes: Círculos, Sparks e Hangouts. Nos círculos você consegue agrupar seus contatos em divisões de contatos, como “melhores amigos”, “da faculdade”, “do trabalho” entre outros, e as informações que você quer compartilhar serão exclusivas para cada círculo. De um modo mais direto, estes grupos de contatos são redes dentro de uma rede social. Lembra muito o conceito de grupos dentro do Orkut.

hangouts do Google+

No caso dos Sparks, o Google pretende unificar seus serviços, como o Youtube e Picasa Web para que eles possam te mostrar assuntos que são relevantes ao seu interesse e depois você consegue compartilhar estes resultados das buscas com seus círculos. Já o Hangouts funciona como uma espécie de Chatroulette, só que apenas com seus contatos. É como sair por ai e trombar com alguém para conversar. As conversas acontecem em vídeo e podem ser entre mais de dois contatos seus.

Outra possibilidade é da integração com celulares, onde você poderá controlar seu perfil direto da rua, algo que o Orkut falhou em trazer. É como acontece com o Facebook, onde você publica uma foto em uma pasta específica para celulares e isso vai para o seu mural. Se você é um sortudo que recebeu o convite e tem um Android, já há um aplicativo para estes fins disponível no Android Market, de graça. A versão para iOS deve chegar em breve.



Fonte: Tecnowarez

Como tirar a foto perfeita para seu perfil no Facebook

Siga estas nossas cinco dicas simples e deixe a foto de seu perfil mais atraente. E elas também funcionam para o Orkut, Twitter, Windows Live e outras redes!

Parece que os usuários mudam a foto frequentemente, em vez de escolher uma e continuar com ela (como a foto na carteira de motorista). Muitos, por exemplo, trocam a foto no perfil dela toda semana. Me pareceu uma boa oportunidade para postar dicas específicas para quem quer uma bela foto para seu perfil em sua rede social favorita, seja ela o Facebook, Orkut, Twitter ou qualquer outra:

Seja “quadrado”

Retratos tradicionais tem orientação vertical, são mais altos do que largos. Isto não acontece com as fotos usadas nos perfis da maioria (se não todas) das redes sociais: seja o Facebook, Ourkut, Flickr, MySpace ou Windows Live, a pequena moldura que irá abrigar sua foto é quase sempre quadrada.

Isto pode ser um desafio, já que as pessoas tendem a pensar em retratos como retangulares. Ao bater a foto use o zoom (ou se aproxime da câmera) para “encher o quadro” e enfatize o rosto, não o resto do seu corpo. Se não fizer isso, você vai parecer minúsculo, ou o fundo da foto vai aparecer mais que seu rosto.

Use um fundo simples

Por falar em fundo, o melhor é mantê-lo o mais simples possível. Lembre que a foto de seu perfil vai ser muito pequena. No Facebook, por exemplo, a maioria das pessoas vê uma foto de perfil com 50 pixels de lado. É como olhar para um selo a 1 metro de distância, então quaisquer detalhes no fundo vão acabar se parecendo com “ruído”. Você pode até saber para o que está olhando, mas só porque já viu a foto quando ela tinha uma resolução de 10 Megapixels. Já os visitantes no Facebook provavelmente não terão a mínima idéia do que está acontecendo.

Algumas pessoas gostam de usar objetos de cena ou um fundo representativo, mas acredito que as melhores fotos de perfil tem um fundo “liso”. Recentemente minha esposa decidiu trocar a foto e pediu que eu tirasse uma nova usando o celular dela. Infelizmente estávamos em um clube esperando um show começar, ou seja, numa situação que não costuma render boas fotos. Felizmente encontrei uma parede pintada com um vermelho sólido, e como a luz não era tão ruim tirei esta foto, com a qual ela ficou bastante feliz.

Um fundo simples destaca o rosto, tornando a foto mais interessante
Um fundo "simples" destaca o rosto, tornando a foto mais interessante


Preencha o quadro

Você já sabe que a foto terá uma proporção quadrada, e que um fundo simples é a melhor opção. Qual o próximo passo? Preencher o máximo do quadro que puder. Fotos em close, onde o rosto ocupa toda a imagem, são a melhor opção para perfis online, já que permitem aos visitantes identificá-lo facilmente. Mas não exagere. Algumas pessoas exageram tanto no zoom que só é possível ver parte do rosto. Não é algo bonito: eu chamo esta pose de “socorro, me tire daqui!”.

Outra coisa que raramente funciona bem são fotos com múltiplas pessoas. Frequentemente vejo fotos de duas ou três pessoas, às vezes de uma família inteira, enfiadas naquelas minúsculas molduras. Identificar qualquer pessoa, ou coisa, num espaço tão pequeno se torna um desafio. Minha dica: deixe as fotos em grupo em seu álbum, e no perfil concentre-se em você.

Preencha o quadro com seu rosto, só tenha cuidado para não exagerar!
Preencha o quadro com seu rosto, só tenha cuidado para não exagerar!


Use bastante luz

A luz é sempre importante na hora de tirar qualquer tipo de foto, mais ainda se você está usando um celular. O flash da câmera é seu inimigo: fotos em close podem ficar “lavadas” por causa da luz intensa, e no escuro você provavelmente irá aparecer com olhos vermelhos.

Quando tirei a foto de minha esposa que mostrei acima, eu sabia que estávamos em um local relativamente escuro. Mas em vez de usar o Flash, que ficaria horrível, usei o “Modo HDR” da câmera do smartphone dela, para tentar tirar o máximo de proveito da luz disponível.

Este modo está presente no iPhone 3GS, iPhone 4 e em smartphones Android com programas como o Camera 360 (experimente o modo “HDR Light”). O resultado não é algo que eu enviaria a um concurso, mas foi aceitável para o Facebook.

Atenção ao ângulo

Uma última dica: cuidado com o ângulo. Retratos podem ser feitos “de frente”, “de baixo” (câmera abaixo do rosto da pessoa fotografada), “de cima” (câmera acima do rosto) ou de lado. As pessoas geralmente parecem mais fotogênicas quando fotografadas de cima, e é por isso que você vê um monte de fotos com pessoas olhando para cima no Facebook. É um clichê, mas funciona. E você mesmo pode fazer a foto, basta esticar o braço, segurar o celular na altura de sua testa e olhar para a lente. Já o contrário, fotos feitas de baixo, raramente são tão atraentes.


Fonte: PC World

terça-feira, 28 de junho de 2011

Qual é o melhor tablet: iPad 2, Galaxy Tab ou Xoom?

Teste dos três tablets mais populares do momento, veja qual deles sai na frente

O sistema operacional que controla os tablets é responsável por uma boa parte do sucesso ou do fracasso de qualquer máquina. O iPad 2 traz o iOS, sistema criado pela Apple inicialmente para o iPhone e que evoluiu para o iPad. Ele praticamente só tem pontos fortes: é fácil de usar, é super leve e estável. Além disso, ainda tem a segurança. O iOs ainda está invicto quando o assunto são vírus e outras pragas virtuais.

No segundo degrau, fica o Xoom. Ele traz o Android 3.0, apelidado de Honeycomb – ou favo de mel. O pessoal do Google gosta de dar nomes doces ao seus softwares. Ele é a primeira versão do Android para tablets. É verdade que ele oferece recursos super interessantes, como a integração com os mecanismos do Google. Mas... esse é um sistema menos intuitivo que o iOs do iPad. Não dá para dizer que seja complicado, mas é menos simples. Por último, chega o Galaxy Tab, da Samsung. Ele é controlado pelo Android 2.2 – uma versão do sistema que já está ficando velhinha... Resumindo, no quesito sistema operacional, o iPad sai na frente.

Navegador. Se a Apple saiu na frente com o sistema operacional, no quesito seguinte, levou a pior. O Safari é um bom navegador. Mas, nos tablets e smartphones, ele não exibe vídeos ou animações em Flash. E isso pode ser irritante na hora de procurar aquele restaurante que resolveu fazer seu site cheio de animações em flash. Além disso, enquanto o navegador do Android já oferece a possibilidade das abas, o Safari ainda não pensou nisso. Ou seja, nesse quesito, o brinquedinho da Apple amarga o último lugar.

Hardware. Esse quesito tem muito a ver com o anterior. De nada adianta ter um hardware super poderoso se o sistema operacional não ajuda. Aqui, iPad 2 e Xoom se equivalem. Ambos têm processadores com dois núcleos, que conferem boas velocidades de operação. Mas... o iPad acaba passando uma sensação de mais agilidade graças ao sistema operacional mais eficiente. Até por ser de uma geração anterior de tablets, o Galaxy Tab vem um pouco atrás. Mas, o desempenho do pequenino da Samsung não é ruim. Ele também é ágil em tarefas menos complicadas.

O iPad e o Xoom trazem câmeras frontais e traseiras. O Galaxy Tab, apenas frontal. O iPad começa com 16 giga de armazenamento e pode chegar a 64 giga. O Xoom, sai de 32 e também pode chegar a 64. O Galaxy Tab tem apenas a opção de 32 Giga.

Quando o assunto são conexões, o Xoom ganha de lavada. O tablet da Motorola oferece USB, entrada para Cartão de memória e até saída HDMI. Bem legal. O Galaxy Tab oferece conexão USB. Já o iPad, continua nessa segunda versão do aparelho, a não oferecer conexão quase nenhuma. Só mesmo o dock para ligar no USB do micro. Uma pena.

Mas, a Apple se recupera quanto o assunto são as telas. Além do iPad oferecer a melhor tela em termos de nitidez e reprodução de cores, ela também é a que responde com mais precisão e velocidade ao toque. O Xoom fica em segundo lugar com uma tela muito boa, mas não tão precisa no toque. Por fim, fica o Samsung, com uma nitidez e resposta menores.

Recepção. Esse é um item que, provavelmente, você não viu avaliado em outros lugares. Mas, a verdade é que os tablets dependem muito da sua capacidade de conexão. Seja pelo 3G, seja pelo Wi-Fi. Cá entre nós, não dá para levar a sério o 3G no Brasil... as conexões são lentas e instáveis – para não dizer vergonhosas... Então o jeito é se contentar com o Wi-Fi, onde ele está disponível. E aí, a surpresa. Como era de se esperar, o iPad 2 mostrou a que veio, conectando-se rapidamente e mantendo a conexão estável. O Galaxy Tab também foi bastante bem: rápido e estável. A decepção veio com o Xoom. Enquanto os outros dois já estavam dando play em vídeos, o Xoom ainda estava tentando se conectar. Ponto negativo para a Motorola.

O design é a primeira coisa que você vê, e é uma das que mais pode te causar aborrecimento. O Xoom é o maior, o mais largo e o mais pesado, com 730 gramas. Em seguida, vem o iPad, mais fino e leve, pesando 600 gramas. E aqui, novamente, a surpresa do Galaxy Tab. Com seu tamanho diminuto – a tela dele tem apenas 7 polegadas, contra 10,1 polegadas do Xoom e 9,7 do iPad – ele se mostrou muito prático para levar para cima e para baixo. Pesa apenas 380 gramas! Agradou principalmente as mulheres – já que é super fácil levá-lo na bolsa.

Preço. Esse quesito é difícil de explicar em qualquer lugar do mundo. Os tablets vendidos no Brasil são os mais caros do mundo! É mole? O iPad 2 começa em 1.650 reais e pode chegar a 2.600 reais! Para você ter uma ideia, nos Estados Unidos, os preços começam em 500 dólares, algo perto de 800 reais, menos da metade do que pagamos aqui. Mas, se você acha isso ruim, o pior é que – na sua versão mais básica – o iPad 2 é o tablet mais barato. O Xoom da Motorola começa em 1900 reais. E o Galaxy Tab começa em 1750 reais.

Conclusão. Somando prós e contras, a escolha do Olhar Digital como melhor tablet à venda no Brasil vai para o iPad 2, da Apple. O aparelho de Steve Jobs se deu melhor em praticamente todos os quesitos. Só perdeu nas conexões e no navegador de internet. E, supresa das supresas, na sua versão mais básica, ainda é o mais barato. Aí, fica difícil derrubar a maçã.

Em breve, a Samsung deve lançar aqui no Brasil a segunda geração do Galaxy Tab. Quando chegar, vamos colocá-lo no ringue para enfrentar os competidores. Nos links acima, separamos vários aplicativos super bacanas para o iPad e também para os tablets que rodam o Android. São opções gratuitas. Aproveite!

Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Como apagar todas as DMs de uma só vez no Twitter

Apague todas as mensagens diretas de uma vez.

Nos últimos anos, o Twitter se popularizou de maneira muito mais rápida do que na ocasião de seu lançamento. A ideia de trocar mensagens curtas com qualquer pessoa que também utilizasse o serviço envolveu cada vez mais usuários, que passaram a criar as suas contas e, assim, também a fazer parte dessa rede. Com relação ao envio de mensagens, para garantir certa privacidade aos seus usuários, o Twitter conta com a funcionalidade de mensagens diretas (as famosas “Direct Messages” ou DMs). Elas fazem com que somente você e a pessoa escolhida para o envio estejam cientes da existência de tais “recados”.

Entretanto, se você um dia quiser excluí-las, é necessário apagá-las uma a uma. Pensando nisso, alguns desenvolvedores criaram aplicativos para facilitar essa tarefa para os usuários. Abaixo, segue um pequeno tutorial de como deletar todas as suas DMs no Twitter.


Pré-requisitos:

Programa DM Whacker:
Clique para baixar o dm-whacker



Começando

Na descrição do programa, você pode observar que ele não é um aplicativo propriamente dito, mas sim um código em JavaScript. Para começar a utilizá-lo, primeiro você precisa copiar o bookmark do DM Whacker para a barra de favoritos do navegador. Basta clicar nele e “arrastá-lo” até o local.

DM Whacker na barra dae favoritos do Firefox

Em seguida, é preciso ativar a interface antiga do Twitter. Para isso, clique na setinha ao lado do seu login e escolha a alternativa “Mudar para o Twitter antigo”.

Mudar para o Twitter antigo para apagar as DMs com o DM Whacker

Agora, acesse a sua página de mensagens diretas no Twitter. Feito isso, clique no atalho que você adicionou à sua barra de favoritos. Veja que uma pequena janela é aberta diretamente na tela do serviço, no canto superior direito da interface.

Interface do DM Whacker


Então, basta você definir os parâmetros do que deseja apagar. Primeiro, informe ao aplicativo se quer excluir todas as mensagens diretas (escolhendo “all dm’s”) ou apenas aquelas enviadas para um usuário específico (selecionando “dm’s with user”). Para a segunda alternativa, você também precisa informar qual é o usuário, no campo abaixo da opção.

Veja que logo abaixo há duas alternativas. “Include inbox items” caso você queira apagar as mensagens que também estejam na caixa de entrada (recebidas) e “Include sent items”, para excluir as DMs previamente enviadas. Ao menos a segunda deve ser marcada, caso contrário, os itens que você mandou por DM vão continuar no serviço.

Quando tudo estiver conforme o desejado, clique em “Delete”. Uma janela de confirmação aparece na tela. Ao final, uma mensagem é exibida indicando a quantidade de DMs apagadas.

Mensagens apagadas pelo DM Whacker

Agora, todas as DMs com os parâmetros especificados foram apagadas e você pode voltar a visualizar a interface nova do Twitter.

Fonte: Tecmundo

domingo, 26 de junho de 2011

Como fazer o upgrade do PC sem erros

Atualizar o hardware de seu PC é fácil, mas há uma forma certa e uma forma errada de fazer as coisas. Aqui estão 5 upgrades onde a maioria das pessoas erra, e dicas de como acertar.

Seja você um usuário calejado ou um novato tecnófobo, são grandes as chances de que o último upgrade que você fez em seu PC não tenha seguido as melhores práticas da indústria. Muitos novatos arruinam upgrades por inexperiência, mas é muito comum ver um veterano dispensar a cautela na hora de trocar um processador, um pente de RAM ou instalar um novo HD ou placa de vídeo. Não importa de que lado você está, cortar caminho enquanto trabalha com o computador lhe coloca em risco de danificar componentes sensíveis, e geralmente caros. No pior dos casos, você pode até mesmo destruir a máquina inteira.

Adicionar RAM, trocar um processador ou instalar um novo HD podem ser tarefas muito simples. Mas seguir as precauções básicas - não importa o quão paranóicas ou bobas elas pareçam ser - pode proteger sua máquina, seu bolso e evitar desperdício de tempo e frustração. Tirar alguns minutos a mais para passar os cabos pelos locais corretos, por exemplo, pode significar a diferença entre um PC frio e silencioso e uma “torradeira” que soa como um avião a jato prestes a decolar.

O erro mais comum - e isso vale para o upgrade de qualquer componente - é a ausência de proteção eletrostática. Os menos experientes sequer sabem que a eletricidade estática armazenada em seus corpos pode ser subitamente descarregada em um componente com um simples toque, “fritando” a peça como um raio.

Os veteranos, entretanto, enfrentam o problema oposto. Anos de manuseio de HDs, pentes de memória, placas de vídeo e processadores nos tornam insensíveis ao perigo real apresentado pela eletricidade estática, nos deixando vulneráveis a um problema que sabemos perfeitamente como evitar. Então vamos lá pessoal: usem uma pulseira anti-estática sempre que forem mexer em seus PCs.

Upgrade de RAM

O principal erro dos novatos na hora de instalar mais RAM é comprar o tipo errado de memória. Comprar componentes para o PC virou uma atividade “self-service”, e há poucos mecanismos para impedir que as pessoas escolham um modelo errado.

A primeira coisa a fazer é descobrir que tipo de memória seu PC usa, incluindo a velocidade do barramento. Esta informação pode constar nos manuais que acompanharam a máquina, ou você pode usar uma ferramenta disponível no site da Kingston: basta indicar o fabricante de seu PC, o modelo e o site lhe diz qual o tipo de memória ideal, e qual o máximo que a máquina pode comportar.

Antes de comprar RAM, verifique qual o tipo recomendado para seu computador
Antes de comprar RAM, verifique qual o tipo recomendado para seu computador


Fabricantes de memória produzem pentes com variadas configurações de pinos, taxas de transferência e velocidade de barramento. Se seu laptop usa pentes PC2-5300 de 667 MHz, mas a loja só tem pentes PC3-10600 de 1333 MHz, resista à tentação de “experimentar”. Não vai funcionar, você pode danificar seu PC durante o teste e a loja provavelmente não irá devolver seu dinheiro se os pentes já tiverem sido usados.

Outro grande erro é ignorar a capacidade máxima de memória de cada máquina. Alguns modelos, expecialmente netbooks e ultraportáteis (e muitos Macs), só aceitam uma quantidade limitada de memória. Mesmo que sua loja de informática favorita tenha pentes de 4 GB compatíveis com seu computador, você pode acabar descobrindo que ela aceita pentes de no máximo 2 GB. Verifique a documentação antes de comprar.


Trocando o processador

Não deve ser surpresa que os erros mais devastadores durante um upgrade envolvem o processador. Ele é basicamente o “cérebro” do computador e se você errar, mesmo que por pouco, durante a instalação pode esperar problemas sérios à frente.

Assumindo que você tenha comprado o processador certo para sua máquina, você ainda tem que evitar os seguintes erros incrivelmente comuns que assolam o processo de instalação: pinos tortos, pasta térmica mal aplicada e instalação imprópria do dissipador de calor.

Processadores tem milhares de pequenos pinos que o ligam ao soquete na placa-mãe, formando a conexão vital por onde passam os dados. Se um destes pinos for dobrado ou quebrado, você estará em sérios apuros. Sempre que manusear o processador, tenha extremo cuidado para não tocar nestes pinos de forma alguma, e não os apoie sobre a mesa, borda do gabinete, outros componentes ou qualquer outra coisa.

Da mesma forma, nunca force o processador no soquete. Se ela não encaixar perfeitamente é sinal de que há algo errado, e colocar pressão sobre o processador é receita certa para entortar um pino. Em vez disso levante o processador, verifique se a posição dos pinos está alinhada com a do soquete, se a alavanca do soquete está totalmente aberta e tente novamente.

Caso um pino do processador entorte, você pode tentar endireitá-lo usando um pedaço de material não condutivo como um cartão de crédito. Com muita paciência e delicadeza tente empurrar o pino de volta para a posição original, sem danificar os que estão ao redor. Não use força, ou você irá piorar o problema.

Entre o processador e o dissipador de calor deve haver uma fina camada de pasta térmica cujo propósito é conduzir o calor até o dissipador, onde ele pode ser eliminado. Para garantir um bom contato entre os dois componentes e evitar a criação de “pontos quentes” sobre o processador esta camada deve ser lisa, fina e uniforme.

Um erro comum é deixar a pasta térmica original no lugar, ou então “completar” com um pouco de pasta nova. Isto pode produzir “nódulos” na pasta, o que resulta em uma irradiação de calor desigual e pode em alguns casos até diminuí-la, deixando o processador mais quente do que deveria. Para evitar este problema remova a pasta antiga do processador e do dissipador, e aplique uma nova camada ultrafina de pasta em ambos antes de remontar o conjunto.

Pasta térmica: aplique apenas uma camada fina e uniforme
Pasta térmica: aplique apenas uma camada fina e uniforme


Por fim, evite o erro de usar um dissipador inadequado ou incompatível com seu processador. Se o novo processador é substancialmente mais rápido que o antigo, ele provavelmente gera mais calor e o dissipador original não dará conta do recado. Portanto, considere um dissipador novo como parte do processo de upgrade.

Mas você não precisa investir centenas de reais em um caríssimo sistema de refrigeração a água. Simplesmente compre um dissipador de qualidade compatível com seu processador. E se seu novo processador já veio com um dissipador na embalagem, não há motivo para não usá-lo.

Upgrade de HD

Junto com a RAM, um disco rígido é um dos componentes mais fáceis de atualizar em um PC. E geralmente a parte mais complicada do processo é alcançar todos os parafusos com a chave Philips. Isto acontece porque muitos gabinetes para PCs só abrem facilmente de um lado, ou contém componentes que ficam no caminho da “gaiola” com os HDs. Resista à tentação de parafusar o HD apenas de um lado: um HD mal-instalado pode vibrar, tornando seu PC mais ruidoso do que deveria e potencialmente encurtando a vida útil do disco.

Quase todos os gabinetes de PCs são projetados para permitir acesso aos dois lados da gaiola, e em muitos casos ela é removível, permitindo que você a retire, parafuse o HD corretamente e a coloque de volta sem muito esforço. Faça isto e você colherá os frutos na forma de um PC mais silencioso e um HD que irá durar mais.

Outro erro comum - mesmo entre quem tem experiência na montagem de PCs - é usar o tipo errado de parafuso para fixar o HD. Geralmente este erro não é desastroso, porque a diferença de diâmetro entre os parafusos do gabinete e do HD é sutil. Mas os parafusos 6-32 usados nos gabinetes são ligeiramente mais grossos e tem uma rosca com espaçamento maior que os M3 usados nos HDs, o que pode danificar os buracos dos parafusos no disco, levando a problemas mais tarde se você precisar removê-lo.


Não ignore a fonte de alimentação

À medida em que atualizamos nossos PCs, quase nunca reduzimos o consumo de energia. Com isso, após alguns upgrades os componentes podem acabar excedendo a capacidade da fonte de alimentação que veio com o computador. Um exemplo é a troca de uma placa de vídeo por um modelo mais poderoso, que exige dois conectores de força: trocar uma GeForce 8600 por uma GeForce GTX 295 pode quadruplicar a demanda por energia no barramento PCI-Express.

Se a fonte não for capaz de dar conta do recado, os resultados podem variar de “reboots” inesperados sempre que a máquina exigir mais energia (como na hora de rodar um jogo 3D) a uma fonte queimada, e torça para ela não levar nenhum outro componente junto.

Assim como os HDs, fontes tem de ser bem parafusadas para evitar vibração
Assim como os HDs, fontes tem de ser bem parafusadas para evitar vibração


Portanto, na hora de atualizar o PC reserve um momento para avaliar se sua fonte atual aguenta a carga que você está colocando sobre ela. A ASUS tem uma boa calculadora online que ajuda a fazer as contas. Você pode acabar descobrindo que está esperando que uma fonte de 650 Watts dê conta de um sistema que exigem mais de 800 Watts sob carga total.

Organize os cabos

Sei bem como é: você não se importa com a estética dos componentes de seu sistema, ou simplesmente está com pressa e quer terminar logo o upgrade para poder jogar. Mas deixar os cabos dentro do PC pendurados como cipós na selva é um erro grave.

Uma boa dissipação de calor é crítica para a estabilidade e desempenho de qualquer PC, especialmente à medida em que você adiciona componentes mais poderosos (e que produzem mais calor) ao sistema. Se você bloquear o fluxo de ar através do centro do chassis com um emaranhado de cabos, estará prejudicando o desempenho dos ventiladores e dissipadores de seu PC. Organizar os cabos aumenta o fluxo de ar através do sistema e ajuda a manter o seu PC mais frio.

Organize os cabos com amarrilhos para garantir um bom fluxo de ar
Organize os cabos com amarrilhos para garantir um bom fluxo de ar


Se você olhar dentro de uma daquelas “super-máquinas” produzidas por fabricantes focados em desempenho como a Velocity Micro ou Maingear, verá que os cabos estão praticamente fora de vista, passando por trás das paredes do chassis, sob a placa-mãe e ao longo dos cantos do gabinete, presos por amarrilhos precisamente cortados.

Você não precisa ser tão meticuloso quanto os profissionais para dar à sua máquina um melhor fluxo de ar e uma aparência organizada. Simplesmente compre um pacote de amarrilhos e agrupe os cabos de forma coerente, deixando o máximo possível de espaço disponível no centro do gabinete.

Siga as dicas e seu PC “renascido” irá lhe agradecer com melhor desempenho e estabilidade. Isso vale ou não o esforço?

Fonte: PC World

sábado, 25 de junho de 2011

Como saber se o pen drive é falsificado

Pen drive

Quando era apenas um jovem iniciando o curso técnico em Informática, os únicos dispositivos de armazenamento secundário que eu utilizava eram os disquetes de 5 1/4 polegadas. Isso porque os discos rígidos RLL e MFM eram muito caros na época. O tempo se passou e as mídias óticas ganharam mercado de uma forma surpreendente. Os CDs de 650MB armazenavam muitos arquivos, mas necessitavam de tratamento VIP para que não arranhassem com facilidade e comprometessem os dados valiosos que estavam ali armazenados.

Hoje em dia, os DVDs e BDs estão por aí, mas já não são tão utilizados para backup. Isso se deve ao surgimento de um novo método de armazenamento secundário: as memórias flash.

O surgimento dos primeiros dispositivos começou com o lançamento em Dezembro de 2000 do DiskOnKey da IBM (foto acima). Naquela época, vários nomes surgiram até a consolidação do termo pen drive, uma empresa de Singapura chegou a batizá-lo de ThumbDrive em referência ao seu tamanho e formato, que lembrava um dedo polegar.

Popularização incentiva a falsificação

Para quem vive no mundo da tecnologia já deve ter percebido que basta um produto fazer razoável sucesso para que a indústria da falsificação comece a criar versões “genéricas” de dispositivos que são sucesso de vendas. Pen drives não fogem à regra e hoje em dia fica difícil acreditar em promoções espetaculares que vendem dispositivos como esses com capacidade de 32GB por menos de R$100.

O pior é que existem casos em que o preço cobrado é justo e dentro da realidade, mas no fim das contas trata-se de uma falsificação barata. Como se precaver? Como se proteger? É possível garantir a originalidade de um produto desse tipo? Quais são os tipos de falsificação que existem por aí?

Vamos ver nessa postagem como identificar a procedência do seu pen drive e verificar se a capacidade nominal é a mesma da que vem estampada na embalagem.

Kingston: o principal alvo

É claro que isso não é uma exclusividade da marca, mas os pen drives da Kingston são os mais falsificados. Tanto que a empresa criou métodos para facilitar a identificação dos modelos falsos. Vamos analisar inicialmente os principais elementos a se considerar quando comprar um novo pen drive e ficar de olho para evitar os espertalhões.

Pen drive Kingston


Dezenas de modelos

Um dos primeiros modelos da série DataTraveler da Kingston foi esse apresentado na foto abaixo. Todos tinham um desses e provavelmente a maioria dos que circulavam pelo Brasil eram falsificados, pois vinham diretamente do Paraguai. Alguns chegavam ao cúmulo de ter o led indicador que piscava na cor vermelha, enquanto os modelos originais tinham uma luz verde que indicava atividade de leitura e gravação no dispositivo.

Pen drive DataTraveler da Kingston

Na época em que esse modelo era bastante comercializado, existiam pequenos macetes para identificar os pen drives falsificados. Um dos que lembro era olhar atentamente na lateral da carcaça branca, onde o original tinha pequenas inscrições em tinta cinza que indicavam um número de referência. É claro que depois disso até os falsificadores colocaram tais marcas.

Depois disso, a Kingston lançou dezenas de modelos de DataTraveler em formatos diferentes. Parte dessa variedade era por conta da modernização, mas todas essas mudanças também tinham um objetivo: dificultar a falsificação, pelo menos por um período de tempo. Mas como a indústria da pirataria não descansa, em apenas algumas semanas os novos designs eram copiados e ganhavam no mercado paralelo.


Embalagem original

Muitas pessoas pensam que as falsificações são necessariamente mal feitas. Em alguns casos isso é até verdade, mas algumas cópias ilegais apresentam embalagens muito bem impressas e quase não é possível identificar as falhas. Em primeiro lugar, a maioria das marcas só vendem seus pen drives com embalagens. Desconfie do papo de um vendedor que informe que eles descartam a capa para facilitar a “importação”.

Traseira da embalagem do pen drive


Na parte de trás da embalagem, verifique uma etiqueta com código de barras, identificadores de modelo e série de fabricação. Eles devem estar lá e alguns modelos falsificados sequer possuem um código de barras.

DICA: Quando comprar um pen drive em uma loja desconhecida, peça vários modelos de cores e tamanhos diferentes. Se forem originais, cada um terá o seu próprio número de série, código de barras e licença. Se for uma falsificação, provavelmente todos eles terão exatamente os mesmos códigos. E lembre-se: se não existir embalagem, simplesmente não compre!

Site para verificação de pen drives originais

Como disse anteriormente, a Kingston lançou um serviço interessante que vai verificar se o seu pen drive é verdadeiro ou falsificado. Em primeiro lugar, acesse o site para verificação de pen drive e informe o seu e-mail. É importante que você digite o seu endereço válido, pois o resultado será enviado para a sua caixa de mensagens. Em seguida, preencha o formulário que solicita os códigos UPC (o código de barras), de autenticidade e de licença. Preencha apenas os números e role a tela para baixo.

Formulário de verificação autenticidade para pen drive


Mais abaixo, você vai encontrar alguns campos para digitar seus dados pessoais como nome, endereço e telefone. Esses campos são opcionais e você pode deixá-los em branco sem problemas. Clique sobre o botão ENVIAR e pronto! Em alguns instantes você receberá uma mensagem no endereço de email informado, dizendo se o produto é ou não autêntico.

E-mail de confirmação Kingston


Outros problemas

Quando o engano foi inevitável e você acabou comprando um pen drive falsificado, outros problemas normalmente surgem. O mais comum deles é em relação à capacidade de armazenamento. Muitos falsificadores vendem dispositivos com 32GB que não guardam mais de 2GB.



Fonte: Techtudo

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Firefox 5 é um tiro no pé

Alguns entusiastas podem até gostar de instalar uma nova versão do Firefox a cada três meses, mas para empresas a situação não é nada agradável.

O Firefox 5 chegou conforme era esperado e, ainda por cima, na data marcada – o que significa o fim da linha para seu antecessor. O ciclo ágil de desenvolvimento do navegador e a estratégia de liberar uma nova versão a cada três meses, no entanto, pode fazer com que apenas usuários fiéis mantenham-no como browser principal. O lançamento do novo software pegou muitos internautas de surpresa, já que seu antecessor – que, agora, deixa de ser suportado – foi liberado em março.

Na perspectiva da Fundação Mozilla, responsável pelo programa, o mais seguro é atualizar o Firefox tão logo o update seja oferecido. O mesmo deverá ser dito em agosto, quando a sexto modelo estrear.

Você, por exemplo, estava aguardando a correção para a vulnerabilidade presente no padrão WebGL? Saiba que ela já está pronta, mas, para incorporá-la, será necessário atualizar seu navegador para o Firefox 5.

Para a maioria dos usuários, a mudança mal será notada. A nova versão está mais para 4.1 do que para 5, já que não inclui recursos inovadores, apenas correções que tornarão o browser, segundo a Mozilla, mais rápido, leve e estável.

De 5, só o número. O Intenet Explorer, por outro lado, mantém a antiga estratégia, ou seja, o update aparece via Windows Update, é instalado junto a outros patchs de segurança, e a vida e o número seguem os mesmos.

Para empresas e organizações, no entanto, a história é diferente. A sobrevivência do IE6 representa o receio que diversos departamentos de TI têm na hora de atualizar os softwares que utilizam. Muitos podem ter acabado de concluir a migração para o Firefox 4 para descobrir, pouco depois, que ele já está obsoleto.

Será que Mozilla pensa que as companhias desconsiderarão o esforço e correrão para instalar o Firefox 5? Mesmo sabendo que em dois meses terão de refazer todo o procedimento, por conta do lançamento de mais uma versão?

“Um dos motivos para eu não adotar o Chrome é a velocidade com que novos modelos são lançados. É difícil ajudar clientes quando eles têm, cada um, diferentes versões do software. A web não muda drasticamente a cada dois meses para justificar tal postura”, disse um internauta.

A Mozilla pode estar dando um tiro no pé. Continuará atraindo os mesmos usuários que já utilizam seu navegador. A fatia do Firefox 5 aumentará e a do Firefox 4 cairá. Até o lançamento do Firefox 6, quando a situação se repetirá. Os internautas que instalaram o update anterior, baixarão o novo enquanto que muitos se manterão firmes com modelos “defasados”, lançados no começo deste ano.

Uma grande parcela de internautas – principalmente as companhias – por outro lado, se afastarão do Firefox. Não verão vantagem em utilizar um browser “diferente” a cada dois meses. O comprometimento desse grupo não chega próximo do comprometimento dos fieis ao software da raposa.

Fonte: IDG Now!

Os cargos mais valorizados em TI no Brasil

Descubra qual o perfil dos profissionais de tecnologia que, hoje, têm mais chances de serem contratados, com altos salários, pelas empresas.

O crescimento da economia somado à falta de mão de obra qualificada no Brasil faz com que, em algumas áreas, existam vagas sobrando e a oferta de excelentes salários para perfis específicos. No segmento de tecnologia, os profissionais que escolhem a carreira certa e possuem as competências necessárias são disputados pelas empresas. Entre os profissionais de TI (Tecnologia da Informação) mais buscados na atualidade estão os analistas de negócios.

A principal função desse cargo é fazer a ligação entre o departamento de tecnologia e as demais áreas da companhia. Não existe um curso específico para exercer essa função, assim, os critérios de seleção dos profissionais são baseados no perfil da pessoa que, imprescindivelmente, deve ter conhecimento de negócios.

O gerente da empresa de recrutamento de executivos da Hays e responsável pela contratação de profissionais de TI, Henrique Gamba, calcula que, atualmente, o salário de um analista de negócios iniciante, registrado na carteira de trabalho, gira em torno de R$ 4 mil no Brasil. "Para um profissional mais sênior isso chega a R$ 9 mil a R$ 10 mil", calcula o especialista.

Os salários estão em alta em vários setores de tecnologia. Mas a remuneração é ainda mais atraente em algumas funções bem específicas. Jovens especializados no sistema de gestão empresarial SAP, por exemplo, chegam a receber até R$ 20 mil reais por mês, simplesmente por serem raros de encontrar no mercado.

Sergei Silva fez seu primeiro treinamento em SAP há 13 anos, quando foi selecionado para um projeto na siderúrgica em que trabalhava na época. A especialização já lhe rendeu muitas oportunidades. Fez treinamentos nos Estados Unidos e em diferentes países da América Latina, morou no México e, recentemente, voltou da Austrália, onde também atuou na área.

Aliás, quando decidiu pedir as contas do emprego na Austrália para voltar ao Brasil, ficou desempregado por um curtíssimo espaço de tempo. "Em questão de duas a três semanas eu já tinha umas três propostas na mão", conta Silva, que hoje atua como gerente de SAP na consultoria Essence.

Na própria consultoria em que o analista trabalha, sobram oportunidades para outros especialistas em SAP. "Se eu recebesse 100 currículos de pessoas capacitadas, contrataria as 100", ressalta Silva.

O grande problema é que o caminho para buscar espaço na área não é nada fácil. Para se tornar um especialista, o profissional precisa fazer um curso específico, com um custo que pode chegar a R$ 30 mil.

Outra questão que tem representado um diferencial importante para os profissionais de TI que querem ter uma carreira promissora é o inglês fluente. O conhecimento dessa língua virou hoje um requisito fundamental para as empresas contratarem pessoas para a área de tecnologia, informa Gamba.

Mas cuidado. Antes de se empolgar com as oportunidades de trabalho que surgem na área de tecnologia, tenha em mente que, apesar dos salários valorizados, trata-se de um mercado que exige muita dedicação e tempo dos profissionais. Às vezes, não vale a pena pensar só no dinheiro. "Primeiro de tudo, tem de gostar de tecnologia", considera o especialista da Hays. "Porque não é uma área fácil", acrescenta.



Fonte: Olhar Digital

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A virgindade por um iPhone 4

Garota anunciou estar disposta a ter relações sexuais com qualquer um que lhe dê o gadget em troca.

Quanto vale um iGadget? Ao que parece, para alguns jovens chineses os aparelhos da Apple tem valores imensuráveis, tanto que eles estão dispostos a arriscar qualquer coisa para conseguir o aparelho de seus sonhos. No começo deste mês, um rapaz chegou a vender um rim para comprar o tão desejado iPad 2. Desta vez, a situação é tão assustadora quanto, apenas um pouco mais inusitada.

Segundo o site Korea Herald, uma jovem chinesa teria anunciado em seu perfil no Weibo (serviço de microblog semelhante ao Twitter, muito popular na China) que está disposta a abrir mão de sua virgindade para colocar as mãos em um iPhone 4 novinho.

No post, junto a uma foto e alguns dados pessoais, a jovem dizia que manteria relações sexuais com qualquer um que lhe desse o smartphone em troca.


Na rede, a postagem foi relacionada negativamente por diversos usuários que condenaram a atitude da garota, que não teve seu nome revelado. Outros usuários acreditam que a conta da jovem teria sido invadida por terceiros, com a intenção de ferir sua reputação. No perfil da rede social, a explicação para o anúncio seria a falta de recursos financeiros, já que seu pai teria se recusado a lhe dar o gadget de presente.

Fonte: Tecmundo

Qual a diferença entre drive e driver?

Duas palavras tão parecidas que às vezes nos confundem. Se você tem dúvidas, agora é a hora de acabar com elas.

A diferença entre drive e driver pode ser demarcada apenas por um “r” a mais em uma das palavras. No entanto, apesar dessa semelhança de escrita, o emprego e o significado dos termos é bem diferente na prática. Derivados do inglês, os termos fazem parte do mundo diário de quem trabalha com informática, mas podem confundir os usuários menos familiarizados com computadores. Preciso instalar um drive ou um driver? Fala-se drive ou driver de CD?

Ironicamente, o seu computador não sobrevive nenhum deles. Então, para evitar confusão, o primeiro grande ponto a ser observado é que os drives estão relacionados ao hardware, enquanto os drivers são softwares que permitem o funcionamento e comunicação dos dispositivos junto ao computador.

Drive

Em resumo, um drive é um componente físico da sua máquina que serve como uma unidade de armazenamento. Internamente, temos os clássicos drives de CD, DVD e Blu-ray, assim como alguns que caíram ou estão caindo em desuso, como o compartimento de disquete. Isso sem se esquecer do mais importante de todos: o disco rígido (HD).

Pen drive


Da mesma maneira, qualquer aparelho externo que armazena arquivos (pendrive, smartphone, câmera digital, tablet, cartão SD etc.), passa a ser considerado um drive quando conectado a alguma entrada USB do sistema. O mesmo também vale para HDs externos.

Onde vejo os drives no sistema?

Essa é fácil. Sempre que você acessa o “Computador”, ele representa os drives ativos através de letras (A:, C:, J:). Além de todos os dispositivos que citamos, toda e qualquer partição no HD passa a ser considerada um drive independente. Só por curiosidade, a maioria dos discos rígidos vem identificada com a letra “C:”.

Devido a um padrão antigo de computador, as unidades “A:” e “B:” sempre foram reservadas para disquetes e, mesmo com a defasagem da tecnologia, o conceito foi mantido — tanto que o Windows nunca renomeia um novo drive com as letras A ou B (só é possível fazer isso manualmente usando o Gerenciador de Dispositivos).

Meu Computador no XP ou Computador no Windows Vista e 7


Toda vez que você conecta um pendrive ou outro periférico que reúna arquivos, o mecanismo será automaticamente considerado como um drive. Entretanto, já que se tratam de peças externas, é importante removê-las com segurança para evitar danos a elas e ao computador.



Driver

Em uma tradução ao pé da letra, “driver” significa motorista — e é essa mesmo a função de um driver em um computador. Ele atua como um verdadeiro controlador, transmitindo e interpretando dados entre o sistema operacional e uma peça de hardware.

Por exemplo, uma placa de vídeo off-board incrementa a capacidade de processamento gráfico de um computador. Assim sendo, ela tem suas próprias diretrizes e recursos que precisam ser identificados pelo sistema operacional. E é aí que entram os drivers.

Driver foi instalado


Eles atuam nessa etapa da comunicação, integrando máquina e periféricos. Funcionam como softwares que traduzem os comandos dos hardwares para o sistema, possibilitando que os dispositivos funcionem corretamente.

Drivers e instalação

Geralmente, os drivers precisam ser instalados e os CDs ou pendrives de instalação acompanham o produto. No caso da falta do driver original, pode se buscar pelo arquivo para baixar no site do fabricante.

Outro ponto a ser levado em conta é a atualização dos drivers. Assim como acontece com softwares convencionais, novas versões (normalmente disponibilizadas gratuitamente) surgem para corrigir alguns erros e melhorar o desempenho dos componentes.

Reprodução Automática


Há muitos componentes que são reconhecidos nativamente pelos sistemas operacionais ou já possuem drivers embutidos (estes são chamados de plug and play) — é o caso de pendrives, adaptadores Bluetooth e alguns modelos de placa de som, só para citar alguns.

Como já dito, um computador precisa de drives para acumular e acessar conteúdos, assim como é dependente de drivers para estabelecer a comunicação entre hardware e sistema operacional. Entretanto, onde há um drive, há um driver. Mas nem sempre onde há um driver, há um drive.

Complicou? Basicamente: todo componente que armazena dados (drive) precisa de um driver. Por outro lado, alguns periféricos, como placas de som e vídeo, necessitam de drivers para funcionar ao mesmo tempo em que não são considerados drives.

Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Site para pessoas bonitas expulsou 30 mil feios

Rede Beatiful People quer reunir apenas pessoas bonitas.

Um site de relacionamentos sociais na internet que se diz exclusivo para pessoas bonitas diz ter sido obrigado a expulsar 30 mil usuários que teriam conseguido se cadastrar por engano. O site http://www.beautifulpeople.com pede aos usuários existentes que votem para avaliar se as pessoas que querem entrar na rede são suficientemente bonitas. Segundo a direção do site, sua rede teria sido atingida por um vírus chamado Shrek.

Que teria deixado milhares de pessoas se cadastrarem sem passar pelo teste de beleza. Esses usuários teriam recebido um e-mail pedindo desculpas e dizendo que eles foram admitidos por engano.

Os administradores da rede dizem que até agora, 5,5 milhões de pessoas já teriam tido seus pedidos para entrar no site rejeitados. A rede contaria apenas com 700 mil membros.

Vírus Shrek

"Ficamos desconfiados quando dezenas de milhares de novos membros foram aceitos, muitos dos quais não eram exatamente uma pintura", afirmou o diretor do site, Greg Hodge. "Respondemos imediatamente, reparando os danos provocados pelo vírus Shrek e submetendo todos os novos usuários a votação", afirmou.

Segundo ele, a empresa "lamenta sinceramente pelas pobres pessoas que foram incorretamente admitidas no site e que acreditaram, ainda que por pouco tempo, que eram bonitas". "Deve ser difícil de engolir, mas é melhor que elas tenham chegado perto do paraíso do que nunca ter experimentado a sensação", diz.

A empresa diz que investiga um ex-funcionário pela suposta origem do vírus e afirma que o problema afetou apenas o sistema de votações e não colocou em risco as informações pessoais dos usuários.

Segundo o site, a maioria dos usuários aceitos incorretamente eram americanos - 11.924 pessoas. Os brasileiros - 2.911 no total - seriam a terceira nacionalidade com mais usuários aceitos incorretamente.

A rede afirma que, na média, um em cada sete cadastros são aprovados. A maioria dos membros aceitos seria dos Estados Unidos, da Dinamarca e da França, enquanto os países com maior índice de rejeição seriam Grã-Bretanha, Rússia e Polônia.

Digite aqui o resto do postFonte: BBC Brasil

terça-feira, 21 de junho de 2011

Grupo de hacker LulzSec declara "guerra contra os governos"

Depois de derrubar mais um site governamental, grupo convoca usuários para continuar vazamento de informações confidenciais.

Um dia após dois grupos de crackers prometerem uma investida contra sites governamentais, o LulzSec declarou que foi o responsável por derrubar o endereço do órgão não-departamental britânico Soca (Serious Organised Crime Agency). O grupo reivindicou a responsabilidade de um grande número de invasões recentes e ataques de negação de serviço (DDoS), incluindo a Sony, a derrubada do site da CIA, do Senado dos EUA e o roubo das senhas de mais de 62 mil usuários de sites pornográficos -- muitas delas reutilizadas em sites como Facebook e Twitter.

O ataque foi procedido de um manifesto no qual os hackers anunciaram uma nova campanha contra os governos ao redor do mundo. “Bem-vindos à Operação Anti-Segurança (#AntiSec)” afirma o texto. “Encorajamos que qualquer embarcação, grande ou pequena, abra fogo contra qualquer governo ou agência que cruze seu caminho”.

Acredita-se que o grupo seja uma ramificação do Anonymous, outra organização de hackers, que ficou famosa pela derrubada dos sites da Mastercard e Visa, em ações pró-Wikileaks. “A maior prioridade é roubar e vazar informações governamentais muito confidenciais, incluindo e-mails e documentações” afirmou o LulzSec na declaração”. “Os alvos primários são bancos e outros estabelecimentos de alto nível”.

John Pescatore, analista da Gartner, afirmou que não ficou surpreso com o sucesso dos ataques “Ainda há muitos indivíduos dispostos a comprometer companhias e organizações. Infelizmente, isso é fácil de ser feito”. O que realmente preocupa Pescatore, na verdade, não são grupos como o LulzSec, mas sim criminosos semelhantes que irão aparecer, motivados pela chance de ganhar dinheiro. “Muitas outras pessoas enxergam maneiras de lucrar utilizando as mesmas técnicas” avaliou.

De acordo com a Reuters, a administração Obama está pressionando o Congresso para dobrar a pena máxima de invasão de redes governamentais e privadas para 20 anos. Pescatore acredita, porém, que outros esforços ofereceriam dividendos melhore. “Companhias precisam proteger a si mesmas ao minimizar suas vulnerabilidades” sublinhou. “Você não vê a Microsoft ou a Cisco sendo invadidas. Eles evoluíram sua segurança, mas grande parte das companhias ainda não o fez”.

Fonte: IDG Now!

O homem pode viver mais de 100 anos

Desafiar o tempo e o envelhecimento continua sendo uma obsessão por parte da ciência. A boa notícia é que já é possível viver por períodos mais longos, mantendo a qualidade de vida.

O que você faria em sua vida se tivesse a certeza absoluta de que poderia viver até os 200 anos? Desde que a ciência ganhou um papel tão importante quanto o das religiões na sociedade, muitos foram os avanços. A expectativa de vida da população, se comparada com o período da Idade Média, praticamente dobrou e hoje é possível viver com qualidade até idades bem mais avançadas. Mas será que é mesmo viável que a ciência possa avançar tanto, a ponto de permitir que os seres humanos possam retardar o envelhecimento e atingir com mais facilidade idades acima dos 100 anos?

O assunto é polêmico e, além de suscitar dúvidas éticas e morais para muitos, causa controvérsias até mesmo dentro da comunidade científica.

Verdadeira obsessão da ciência, muitos avanços foram conquistados nesse campo, em especial nas últimas quatro décadas. Entretanto, se levarmos em consideração o desenvolvimento cada vez mais rápido da ciência e da tecnologia, há grandes probabilidades de que as conquistas, que antes demoravam décadas, tornem-se apenas uma questão de poucos anos.

Sendo assim, será que conseguiremos driblar o envelhecimento ainda nesta geração? As novas tecnologias serão mesmo capazes de dobrar ou até mesmo triplicar a expectativa de vida do ser humano? Quem viver, verá.

Melhorar o que já existe

O que de fato a ciência e a tecnologia estão fazendo para que seja possível viver mais ou com maior qualidade de vida? As pesquisas nesse campo são muitas, mas poucas trazem resultados práticos em curto prazo. A linha de pesquisa mais popular na atualidade diz respeito às substâncias e a maneira como elas reagem de formas distintas nos mais variados organismos.

Na busca do aumento da qualidade de vida, o foco central é a combinação de alimentos e substâncias, de forma a eliminar ou minimizar os riscos daquelas mais nocivas. O maior problema, em geral, é encontrar um equilíbrio entre a quantidade necessária e os riscos calculados que elas podem trazer.

Nesse ponto, entram em cena as pesquisas de laboratório. Conservantes e modificações genéticas em frutas e legumes podem torná-los não só mais resistentes a pragas como, também, fazer com que cresçam com mais nutrientes ou enriquecidos de substâncias específicas. Embora testes nutricionais sejam feitos à exaustão, muitos problemas podem surgir em longo prazo, revelando consequências que, mesmo nos testes mais apurados, não podem ser vistas no momento.

A revolução genética

O segundo ponto é, sem dúvida, o mais controverso de todos. Concluído em 1995, o Projeto Genoma permitiu aos cientistas mapear de forma precisa o código genético humano. A partir do seu conhecimento, foi possível estudar individualmente o funcionamento de cada uma das partes e, com isso, propor eventuais modificações no código de forma a conseguir resultados mais precisos.

Em seguida, os processos de clonagem e a controversa utilização de células-tronco para pesquisas ganharam a pauta e acirraram o debate acerca do papel do homem quanto aos seus semelhantes. Contudo, apesar das polêmicas, é possível notar alguns avanços oriundos dos resultados, em especial em se tratando dos primeiros testes com animais.

A jovem Robyn Cairney, de apenas 18 anos, foi salva graças ao transplante de um coração suíno. Ela teve uma válvula cardíaca de um porco implantada em seu próprio órgão, o que estabilizou sua corrente sanguínea.

Já Lee Spievak decepou parte de um dos dedos numa serra elétrica. Todavia, o irmão do paciente apresentou uma solução inusitada: implantar um composto celular feito à base de material genético retirado da parte interior da bexiga dos porcos.

Embora os animais sejam as principais cobaias em aplicações como essas, a utilização de células-tronco é uma das principais apostas desta década na medicina. Podendo se transformar em qualquer célula ou tecido de um organismo, elas acabam se tornando promissoras para o tratamento de doenças degenerativas.

A polêmica reside na utilização de células embrionárias para a criação de tecidos. O uso delas implica na destruição de um embrião, considerado por muitos como tendo os mesmos direitos à vida do que um ser humano.

Nanotecnologia: o cruzamento perfeito?

“Logo será possível substituir inteiramente o sangue humano por robôs”. A afirmação é do cientista Robert A. Freitas Jr. Antes que você se pergunte por qual razão alguém faria isso, o próprio cientista se encarrega de enumerar uma série de possibilidades que a utilização de nanorrobôs pode trazer para os seres humanos.

Eliminação de parasitas, bactérias, vírus e células cancerígenas; erradicação da maioria das doenças cardiovasculares, como a arteriosclerose; processamento mais rápido do oxigênio, aumentando a força e o vigor físicos; e redução da susceptibilidade a agentes químicos e parasitas de todos os tipos, eliminando todos os tipos de alergias, são apenas algumas das possibilidades levantadas por Robert.

Os sistemas seriam injetados no corpo humano e não contariam com funções de autorreplicação, ou seja, estariam incapacitados de reproduzir a si mesmo. Contudo, tecnologias como essa podem estar disponíveis apenas daqui uns 40 ou 50 anos.

As previsões mais otimistas apontam que somente na próxima década a nanotecnologia irá se desenvolver a ponto de, efetivamente, se constituir em um diferencial para o ser humano, resultando em elementos fundamentais para o avanço da medicina. A partir da combinação entre mapeamento genético e nanotecnologia, o ser humano poderá chegar a níveis de resistência nunca antes alcançados. Resta saber a que custo para a saúde.

E se fosse verdade?

Embora hoje pareça pouco provável que muitas dessas teorias levantadas, de fato, se tornem realidade, devemos levar em consideração que, no passado, muito do que era considerado impossível ou improvável acabou acontecendo, ainda que não da mesma maneira como foi previsto ou descrito.

Entretanto, fazer um exercício de futurologia e levar em consideração as implicações que o retardamento do envelhecimento e o aumento da expectativa de vida teriam sobre a sociedade é, no mínimo, um sinal de alerta. Afinal, será que o nosso planeta está preparado para uma superpopulação consumindo de maneira enlouquecida um grande volume de recursos?

Atualmente o planeta Terra conta com 7 bilhões de habitantes, muitos deles em condições precárias de subsistência. Em muitos países e territórios, o excesso de população, com mais habitantes do que a região é capaz de suportar, acarreta em problemas como a falta de infraestrutura e moradia, trânsito caótico, alimentação mais escassa – e, consequentemente, mais cara –, além de piores condições de qualidade de vida.

Outro problema, que aflige mesmo os países mais abastados é a questão previdenciária. Com um número maior de idosos em relação aos jovens, é natural que os governos apresentem um déficit nesse quesito, gerando novos problemas de ordem social. Dessa forma, regras de aposentadoria precisariam ser revistas, fazendo com que a média de idade para aquisição do benefício também aumentasse.

Como é natural em todas as tecnologias quando surgem, num primeiro momento apenas uma pequena parcela da população teria acesso a elas, em razão dos altos custos de desenvolvimento e manutenção. Essa nova “segregação genética” poderia gerar classes distintas de habitantes, uns tendo a oportunidade de chegar até idades bastante avançadas e outros com a qualidade de vida praticamente inalterada.

E o corpo, aguenta?

Não basta apenas ampliar a qualidade de vida, oferecer suplementos e substâncias capazes de aumentar a longevidade ou garantir por meios tecnológicos que células e enzimas continuem a ser produzidas nos mesmos níveis de uma pessoa mais jovem. É preciso levar em consideração outros fatores que não dependem, necessariamente, desse tipo de auxílio externo.

Os pesquisadores S. Jay Oshlansky, Bruce A. Carnes e Robert N. Butler, autores do livro “A Busca da Imortalidade: A Ciência nas Fronteiras do Envelhecimento”, defendem a tese de que não basta retardar os processos de envelhecimento: é preciso também pensar na estrutura óssea e corporal, que pode não estar preparada para viver de maneira saudável por períodos tão longos.

“À medida que avançamos em nossos anos pós-reprodutivos, as articulações e outras características anatômicas que funcionam bem ou não causam problemas na juventude revelam suas imperfeições”, explicam os autores, em um artigo publicado na revista Scientific American.

“Se tivéssemos sido projetados para funcionar durante mais tempo, deveríamos ter menos defeitos que nos deixam relativamente incapazes em nossos últimos anos. Mas não é assim que a evolução funciona. Na verdade, ela faz enxertos de novas características, incorporando-as às já existentes”, completam.

O resultado disso é que, embora possamos contornar alguns problemas, a falta de outros sintomas pode gerar novos problemas ainda desconhecidos. É como se o corpo necessitasse se adaptar às novas características tendo que, para isso, exigir de outras partes do organismo uma sobrecarga imediata.

Fonte: Tecmundo

segunda-feira, 20 de junho de 2011

LG Optimus Me é um smartphone básico, bom e barato

Com características similares ao Samsung Galaxy 5, o LG Optimus Me tem tela com suporte a gestos multitoque e câmera de 3 megapixels.

Há vários smartphones Android de baixo custo, e até então o melhor da categoria era o Galaxy 5, da Samsung. Mas agora ele tem um concorrente à altura: o LG Optimus Me (P350), um aparelho básico com Android 2.2. A tela capacitiva tem 2.8 polegadas e resolução de 240x320 pixels. Como é multitoque, tem suporte a gestos como “zoom com pinça”. Outros recursos incluem conexão 3G, Wi-Fi, GPS, Bluetooth, rádio FM, entrada para cartão de memória MicroSD de até 32GB, câmera de 3.15 megapixels com foco automático e sistema operacional Android 2.2 (Froyo).

O Optimus Me é pequeno, tem um design elegante e curvado, muito similar ao Galaxy 5; a principal diferença está no posicionamento dos botões. Ele pesa 130 gramas e a tampa traseira pode ser personalizada; ele vem acompanhado por uma cinza, uma vermelha e uma azul.

Produto acompanha várias tampas traseiras e pode ser personalizado
Produto acompanha várias tampas traseiras e pode ser personalizado


A LG não personalizou o software deste aparelho, portanto a interface é a padrão do Android, com suporte a atalhos e widgets na tela inicial. Com esse sistema, você também tem acesso a todos os recursos tradicionais de um smartphone Android, como o grande cátalogo de aplicativos do Android Market.

Desempenho e força gráfica
Decidimos comparar o LG Optimus Me ao Samsung Galaxy 5 porque ele é um smartphone Android de baixo custo que tem um ótimo desempenho e manda bem nos gráficos: o desempenho em games e aplicações 3D surpreendeu.

Em um teste de desempenho gráfico com o benchmark Nenamark 1, o Optimus Me registrou 32 FPS (quadros por segundo), próximo ao Galaxy 5, que marcou 37 FPS. Apesar de inferior ao smartphone da Samsung, esse valor ainda está bem acima do Motorola Milestone 2, que marcou apenas 20 FPS neste teste.

Em termos de desempenho geral, brincamos com o Quadrant, que mede várias caracteristicas do aparelho. Neste, o Optimus Me marcou 390 pontos (quanto maior, mais potente). Para se ter uma ideia, o Galaxy 5 e o Nexus One empataram com 523 pontos.

Isso quer dizer que o desempenho geral dele é um pouco inferior ao do Galaxy 5, mas não deixa a desejar na hora de rodar aplicativos ou navegar na internet, tão pouco em games, onde ele se sai melhor que alguns smartphones mais pontentes como o Milestone 2. Games como Angry Birds ou Fruit Ninja funcionam perfeitamente.

Navegação web
Um dos diferenciais do Optimus Me em relação a outros smartphones de baixo custo é o suporte a gestos multitoque, algo que agiliza bastante na hora de dar zoom em websites com o popular gesto de pinça. Com Android 2.2 também há suporte para exibição de objetos em Flash mas, como se trata de um smartphone básico, é de se esperar lentidões quando a página for muito carregada.

Bateria
A fabricante garante até 510 horas de duração de bateria em stand-by. Em nossos testes, a bateria não aguentou até o fim do dia utilizando 3 horas de 3G (navegação e aplicativos), com algumas fotos e dois vídeos gravados e 1 hora de jogos como Angry Birds.

Também fizemos um teste com o recurso de roteador Wi-Fi: com três computadores conectados compartilhando a conexão 3G, e nenhum outro uso, a bateria do Optimus Me aguentou quatro horas.

Conclusão
Com um preço entre 450 e 500 reais, o LG Optimus Me é uma das melhores escolhas para quem procura seu primeiro smartphone. O desempenho pode ser um pouquinho inferior ao Galaxy 5, mas por outro lado a tela multitoque pode fazer uma grande diferença em alguns casos.



Fonte: PC World

As principais diferenças entre os sistemas operacionais

Windows, Mac ou Linux? Confira as principais diferenças entre os sistemas operacionais mais famosos entre os brasileiros.

o primeiro computador é algo muito divertido e descobrir cada pedacinho do sistema operacional é uma tarefa muito interessante. Não há dúvidas de que a curiosidade é o maior instrutor nos primeiros momentos da “vida computacional”, mas há quem diga que determinados sistemas são impossíveis sem ajuda. Pode-se dizer que alguns anos atrás essa informação era verdadeira, mas hoje até mesmo o Linux apresenta interface gráfica e facilidade para o aprendizado.

Estamos falando do Ubuntu, umas das distribuições mais conhecidas e elogiadas do mundo dos softwares livres. A central de softwares eliminou a necessidade das compilações e, assim, tornou possível que iniciantes também utilizassem o Linux.

Outro sistema muito reconhecido é o Mac OS X, da Apple. Pouco difundido no Brasil, há muitas facilidades oferecidas pelo sistema, incluindo as várias funções gráficas e os modos rápidos de instalação por “arrastar e soltar”. Ele também é bastante recomendado para quem utiliza softwares de edição gráfica. Ainda neste ano será lançada a versão Mac OS X Lion.

Mas não há como dizer que o Windows não é o sistema número 1 dos brasileiros. O mais recomendado para gamers está no coração dos usuários desde os anos 90, quando a informática começou a se espalhar pelo Brasil. O Windows Vista sofreu muita rejeição, mas o Windows 7 foi lançado para recuperar a fama da Microsoft.

Veja abaixo um vídeo que ilustra esse artigo para mostrar as diferenças básicas entre cada um dos principais sistemas operacionais do Brasil. A melhor forma de descobrir qual é o que se adapta melhor ao seu estilo é experimentando todos eles.



Fonte: Tecmundo

domingo, 19 de junho de 2011

Como comprar um tablet

À medida em que mais e mais tablets chegam ao mercado, prepare-se para ficar impressionado ao descobrir do que eles são capazes. Mas prepare-se também para ficar desapontado: muitos dos modelos atualmente nas lojas tem “pegadinhas”, especialmente os menos sofisticados anunciados a preços “imperdíveis”.


No Brasil já é possível encontrar o Samsung Galaxy Tab, iPad, Motorola Xoom e ZTE v9, só para citar alguns dos produzidos por grandes fabricantes, e estão a caminho o Samsung Galaxy Tab 10.1, LG Optimus Pad e provavelmente o ASUS EeePad Transformer. Sem falar nos inúmeros modelos de fabricantes chinesas desconhecidas que pipocam aqui e ali.

Motorola Xoom: um dos tablets disponíveis no Brasil
Motorola Xoom: um dos tablets disponíveis no Brasil


Mas antes de comprar, respire fundo: um bom tablet pode mudar seus hábitos de entretenimento e a forma como você acessa a internet, mas um modelo ruim só irá trazer decepção e prejuízo. Preste atenção em nossos conselhos abaixo e você terá a certeza de um bom negócio.

1. Se a esmola é grande, desconfie!

Um tablet por R$ 500 pode parecer muito atraente, mas o preço baixo tem seu motivo. Ele tipicamente não terá o poder de processamento, capacidade de memória, resolução e tamanho de tela ou agilidade dos modelos mais caros (ou uma combinação de duas ou mais destas características), necessários para uma experiência satisfatória.

Modelos com processador de menos de 1 GHz serão lentos, especialmente para jogos. Evite as telas “resistivas”, muito menos sensíveis que as telas capacitivas do iPad e outros modelos high-end e incapazes de recursos como o multitoque, essencial em muitos aplicativos.

A resolução de tela também é importante: 1024 x 600 pixels em uma tela de 7 polegadas (a resolução do primeiro Samsung Galaxy Tab) é o mínimo em um tablet, especialmente para quem gosta de navegar na web. O resto é “smartphone gigante”.

2. Um contrato limita sua capacidade de fazer upgrade

Muitas operadoras oferecem tablets com 3G por preços atraentes se combinados a um contrato de serviço, tipicamente de 2 anos, com uma mensalidade pré-estabelecida. O problema é que depois de assinar o contrato você não poderá mudar de plano (ou de operadora) antes do fim do contrato sem pagar uma multa. E no mercado de tablets, onde a tecnologia evolui rapidamente, dois anos é uma eternidade!

Dois anos atrás o iPad sequer existia, e hoje já temos o poderoso iPad 2. Mesmo seis meses fazem uma grande diferença: seis meses atrás o Galaxy Tab estava chegando ao mercado, e hoje já estamos nos preparando para um sucessor com tela maior, processador mais rápido e um sistema operacional radicamente diferente.

Antes de comprar um tablet com contrato, faça uma lista do que você quer/espera e certifique-se de que o modelo que escolheu atende às suas necessidades, e que não é só um “tapa-buraco” até a chegada do modelo que você realmente deseja às lojas (embora sempre haja um “modelo melhor” a caminho). Se não estiver completamente satisfeito, guarde o dinheiro e espere mais um pouco.

3. Em tablets Android, fique de olho nos serviços do Google

O sistema operacional Android é Open Source. Isso significa que qualquer fabricante pode baixar o código-fonte e criar uma versão para seus aparelhos, sem pedir permissão ou pagar nada à Google.

Mas muitos dos aplicativos que são parte fundamental da experiência com um tablet Android, como o Android Market (a loja de aplicativos), Gmail, Google Maps e YouTube são proprietários, e só podem ser inclusos em aparelhos aprovados pela Google. É comum encontrar tablets de baixo custo, não aprovados, sem estes aplicativos instalados. E sem acesso ao Android Market nem é possível baixá-los.

É verdade que há várias lojas alternativas de aplicativos para aparelhos Android em operação, como a App Brain, Amazon App Store e a líder de mercado GetJar. Mas elas não são o Android Market oficial, e tem um catálogo de títulos reduzido. Quanto mais completa a “experiência”, mais satisfeito você ficará com seu tablet. Pense nisso antes de comprar.

4. Dê uma boa olhada no iPad

O iPad original já tem um ano de estrada, mas ainda é o padrão contra o qual muitos outros tablets são comparados e recentemente teve o preço reduzido com o lançamento do iPad 2. Ele pode não ter o processador dual-core ou as câmeras de seu irmão mais novo, mas tem uma ótima tela de 9.7 polegadas, bateria com autonomia para 10 horas de uso (reais!) e mais de 75 mil aplicativos à disposição, além de poder suficiente para navegar na web, exibir vídeos e rodar jogos com desenvoltura. Um iPad Wi-Fi de 16 GB tem a melhor relação custo-benefício entre todos os tablets atualmente à venda no mercado nacional.


Tablet de todas marcas e modelos muito mais barato aqui!


Fonte: PC World

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